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sábado, 19 de novembro de 2011

Sei que o amor e as represas são iguais: 
se você deixa uma brecha por onde um fio de água possa se meter, aos poucos ele vai arrebentando as paredes – e chega um momento em que ninguém consegue mais controlar a força da correnteza.

Se as paredes desmoronam, o amor toma conta de tudo; já não interessa o que é possível ou impossível, não interessa se podemos ou não manter a pessoa amada ao nosso lado...

Amar é perder o controle.

"Na Margem do Rio Piedra,Eu Sentei e Chorei - Paulo Coelho"


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